Gigante da moda surfe contratou mais de 400 pessoas neste fim de ano

22 de December de 2010 14:32 comentários7
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Gigante da moda surfe contratou mais de 400 pessoas neste fim de ano

Com 24 lojas e uma fábrica, grupo Mahalo aumentou seu quadro funcional em cerca de 50%, entre os meses de setembro e dezembro

Uma das gigantes do ramo da moda surfe (ou surfwear) no Brasil, a rede Mahalo foi uma das empresas que mais contribuiu para o aquecimento da economia e para o aumento de empregos temporários no comércio baiano neste período de final de ano.

Com 24 lojas e uma fábrica, o grupo chegou a receber mais de 5 mil currículos e empregou cerca de 400 trabalhadores entre os meses de setembro e dezembro, o que representa aproximadamente 50% do quadro funcional do grupo.

Nas lojas Mahalo e Wave Beach, localizadas em todos os grandes shoppings da capital, em bairros populares e em Feira de Santana, foram admitidos 264 trabalhadores temporários. Este número representa 32% a mais, em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o supervisor da rede, Fabiano Gonçalves, o crescimento ocorreu em decorrência da inauguração de mais cinco lojas em 2010.

Além dos cargos temporários, as novas lojas do Salvador Norte Shopping (2), Aeroporto, Salvador Shopping, Iguatemi e Praia do Forte criaram mais de 100 empregos permanentes neste ano. De acordo com o diretor do grupo Mahalo, Tony Almeida, as empresas geram hoje cerca de 800 empregos diretos e mais de 3000 indiretos em todo o Brasil.

“Temos mais de 20 anos de comércio, com lojas fortes, que são referência em nosso segmento em todo o Brasil. Além das marcas fabricadas por nossas empresas (Mahalo, Asa Classic Wear e Edye), trabalhamos com as melhores grifes de surfwear do Brasil e internacionais”, explica.

A marca Mahalo, nascida na Califórnia, EUA, em 1982 e licenciada no Brasil, possui uma linha de cerca de 300 itens por coleção, que inclui, além de roupas, pranchas, acessórios, tênis, entre outras. Esses produtos podem ser encontrados também em mais de 800 lojas, nas diversas regiões do país. Só de bermudas, a empresa produz uma média de 164 mil unidades por ano.

“Temos, em nossas empresas, a filosofia de tratar com carinho as causa ambientais e sociais. Através de produção de roupas com materiais ecologicamente corretos; de campanhas publicitárias que valorizam a natureza; e de patrocínios a atleta portador de deficiência e a escolinhas que fazem trabalhos sociais; buscamos levantar essas bandeiras tão nobres”, detalha Tony Almeida. A fábrica da Mahalo doa materiais de sobra de produção para instituições que trabalham com reciclagem em cidades do interior do estado.

Perfil – Durante o ano de 2010, os gerentes das lojas da rede Mahalo receberam aproximadamente 10 mil currículos para análise. Mais de 50% desta oferta de mão-de-obra estão concentradas no período de final de ano, quando as vendas aumentam em cerca de 200%. Mais de 70% dos postulantes à oportunidades buscam empregos permanentes. De acordo com Fabiano Gonçalves, o perfil dessas pessoas é de jovens com idade entre 18 e 28 anos, universitários, ou com o segundo grau completo.

No critério de seleção, pesam fatores como o comprometimento com o trabalho e com a empresa, a capacidade de relacionamento e de comunicação e a vontade de vender e ganhar dinheiro. No mês de dezembro, a média de ganho dos vendedores, de comissão, é de R$ 3 mil. “Após a seleção, os candidatos escolhidos passam por vários treinamentos e workshops, promovidos pelas marcas que são vendidas pelo grupo e por consultores que contratamos”, conta Fabiano Gonçalves.

Ousadia – Tony Almeida destaca que nos últimos quatro anos a políticas econômicas do Governo Federal contribuiu para o crescimento do grupo e para uma maior geração de empregos. “De 2006 prá cá houve um aumento de cerca de 18% na geração de empregos no Brasil, o que representa aproximadamente 20 milhões de pessoas a mais no mercado de trabalho”, analisa.

“Com mais pessoas trabalhando e o poder econômico da população aumentando, consequentemente há uma melhora nas vendas, o que faz o ciclo da atividade comercial funcionar com mais força”, diz Almeida. Porém o empresário alerta que para isso acontecer, o é preciso acreditar no país, nas pessoas e, acima de tudo, conhecer muito seu negócio e o segmento que atua.

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